sábado, 2 de agosto de 2014
Terra das Águas
Uma viagem pelo planeta Terra, a Terra das Águas. Vídeo que mostra a
educação ambiental das comunidades do Vale do Ribeira, instaurando o
projeto "Observando o Ribeira", da Fundação SOS Mata Atlântica, cujo
objetivo é o monitoramento da qualidade das águas da Bacia Hidrográfica
do Rio Ribeira do Iguape pela população de uma das regiões
economicamente mais pobres do Estado de São Paulo e ao mesmo tempo a
mais rica em remanescentes de Mata Atlântica, sociodiversidade,
biodiversidade, e belezas e recursos naturais.
sábado, 12 de julho de 2014
Vídeo sobre ''A História da Cartografia''
PARTE I
PARTE II
De 1000 a.C. até o Google Earth, as funções dos mapas e a influência do contexto político e cientifico para a evolução da cartografia.
sábado, 5 de abril de 2014
Exercicio I - 7ª Ano
Organizando o Conhecimento
1) Em relação ao Equador, em
que hemisfério se concentra as terras brasileiras?
As terras brasileiras concentram-se no Hemisfério sul
ou Meridional.
2) Por que dizemos que o
Brasil está situado no Hemisfério Ocidental?
Dizemos que o Brasil está no Hemisfério ocidental,
pois seu território se encontra a oeste do Meridiano de Greenwich.
3) A maior parte do território
brasileiro está localizada em qual zona térmica? Quais paralelos delimitam essa
zona?
A maior parte do território brasileiro está localizada
na zona térmica intertropical, compreendida entre os trópicos de Câncer e de
Capricórnio.
4) O território brasileiro se encontra na maior parte,
em qual Hemisfério?
O
território Brasileiro se encontra em sua maior parte no Hemisfério Sul ou
Meridional.
5) Em que zona térmicas se encontra o Brasil?
O Brasil
tem a maior parte de seu território situada na Zona térmica tropical onde
encontramos uma temperatura média no mês entorno dos 18 °C, com uma grande
precipitação anual. Mas ao Sul do território temos uma zona temperada onde
encontramos as quatro estações bem definidas, com temperaturas mais baixas.
6) Em qual região do Brasil encontramos climas com
temperaturas mais baixas ? Por que isso acontece?
Na região sul
do Brasil ocorre às temperaturas mais baixas, porque essa região se encontra na
zona térmica temperada, abaixo do Trópico de Capricórnio.
7) Quantos continentes existem na Terra? Em qual deles está localizado o Brasil?
Os
continentes são em número de seis: Antártida; Oceania; África; Ásia; Europa e
América. O Brasil está localizado na
América.
8) Sobre a posição geográfica do Brasil, coloque nas
afirmativas abaixo (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas.
Quando sua resposta for falsa, reescreva a frase tornando-a verdadeira.
a) O território brasileiro está totalmente ao sul da
linha do Equador, portanto, o país pertence somente ao Hemisfério meridional. Falso – O extremo norte do território
brasileiro é “cortado” pela linha do Equador, fato que proporciona ao país ter
uma parte da sua área localizada no Hemisfério setentrional e outra porção
situada no Hemisfério meridional.
b) Os extremos do território do Brasil no sentido
leste-oeste são: Monte Caburaí (Roraima) e Arroio Chuí (Rio Grande do Sul). Falso – Os extremos do Brasil no sentido
leste-oeste são a Serra Contamana, no Acre, a oeste e Ponta do Seixas
(Paraíba), a leste.
c) O Brasil pertence ao Hemisfério ocidental, visto
que o país está situado a oeste do meridiano de Greenwich. Verdadeiro – O território brasileiro está totalmente localizado a
oeste do meridiano de Greenwich, portanto, o país pertence ao Hemisfério
ocidental.
d) O Trópico de Capricórnio “corta” o território
brasileiro na sua porção sul. Verdadeiro
– A porção sul da área do Brasil é cortada pelo Trópico de Capricórnio. Essa
linha imaginária passa pelos estados de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul.
e) Cortado ao norte pela linha do Equador, o Brasil
possui 7% do seu território no Hemisfério setentrional e 93% no Hemisfério
meridional. Verdadeiro – A linha do
Equador (imaginária) passa no extremo norte do Brasil, mais precisamente nos
estados do Amapá, Pará, Roraima e Amazonas. Com isso, o país possui 7% do
território no Hemisfério setentrional (norte) e 93% no Hemisfério meridional
(sul).
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Religião na Ásia
Budismo é uma religião e
filosofia não-teísta que abrange uma variedade de tradições, crenças e
práticas, baseadas nos ensinamentos atribuídos a Siddhartha Gautama,
mais conhecido como Buda ("O Iluminado"). Buda viveu e
desenvolveu seus ensinamentos no nordeste do subcontinente indiano,
entre os séculos VI e IV a.C .
Ele é reconhecido pelos adeptos como um mestre iluminado que compartilhou suas ideias para ajudar os seres sencientes a alcançar o fim do sofrimento, alcançando o Nirvana e escapando do que é visto como um ciclo de sofrimento do renascimento.
Os ensinamentos de Buda Shakyamuni chegaram ao Tibete pela primeira vez no século V. Através dos séculos, os ensinamentos de Buda Shakyamuni foram transmitidos de professor a aluno.
Ele é reconhecido pelos adeptos como um mestre iluminado que compartilhou suas ideias para ajudar os seres sencientes a alcançar o fim do sofrimento, alcançando o Nirvana e escapando do que é visto como um ciclo de sofrimento do renascimento.
Os ensinamentos de Buda Shakyamuni chegaram ao Tibete pela primeira vez no século V. Através dos séculos, os ensinamentos de Buda Shakyamuni foram transmitidos de professor a aluno.
O hinduísmo tem
sua origem remontada ao ano de 1500 a . C., a religião hinduísta foi
estabelecida pelos invasores arianos da Índia. Os textos védicos antigos
descreviam um universo cercado de água.No período dos arianos, ou árias
(homens), a explicação de suas divisões sociais era encontrada nos
Vedas.O mundo, conforme a concepção desta época, foi formado a partir da
organização, por força divina, de um caos preexistente.No sistema
religioso hinduísta atual há uma série de ramificações, que geraram
crenças e práticas diversas, assim como há muitos deuses e muitas seitas
de diversas características.
domingo, 3 de novembro de 2013
Atmosfera - A Força do Planeta Terra
Neste documentário é mostrado as várias camadas da terra e a dinâmica que ocorre na estratosfera. Como interagem os elementos climáticos e os fatores geográficos e como eles atuam nas diversas partes do mundo. Tudo para mostrar como nossa atmosfera é única e absolutamente crucial para
a nossa vida.
Referência Bibliográfica:
Crise de crédito EUA
Em 2008, o mercado imobiliário dos EUA criou uma crise a partir de uma
bolha, que arrastou o mundo para buracos, alguns mais fundos que outros.
Explica-se: com a diminuição da taxa de juros da economia
norte-americana para 1% (decisão do governo), quem tinha muito dinheiro
(banqueiros) parou de investir em títulos do governo (era como se fosse
um empréstimo ao governo, que passaria a ser remunerado a meros 1% ao
ano).
O sistema financeiro começou a procurar outras formas de ganhar mais
dinheiro, e mais rapidamente. Decidiram pegar dinheiro emprestado com o
governo (agora eles também pagariam 1% de juros ao ano ao governo) e
investir o dinheiro em imóveis. Através de intermediários (corretores de
imóveis e fundos imobiliários), os bancos privados encontravam clientes
que queriam comprar casas através de empréstimos com pagamentos de
juros...
... Imóveis sempre foram investimentos seguros, já que tendem a
valorização. Pessoas que compram uma casa por 100.000, pagando juros que
no final os façam pagar 300.000 (3x o valor da casa à vista), sabem que
o mercado as valoriza. É que no final do pagamento do financiamento a
casa normalmente valerá mais que 300.000, o que, para os clientes, faz o
empréstimo valer a pena em situações normais.
Nos EUA, porém, o problema foi a venda indiscriminada de casas (através
de empréstimos) para pessoas sem comprovação de renda ou de
confiabilidade duvidosa de pagamento. O que acontece se você não pagar?
Nos EUA o banco toma a casa de volta, para revenda. Como muitas pessoas
perderam a capacidade de pagamento, muitas casas passaram, novamente,
para a posse dos bancos. Por esse motivo, houve uma oferta superior à
demanda de mercado, fazendo o preço das casas caírem.
Quem estava pagando direitinho (300.000 no financiamento) viu o mercado
desvalorizar sua casa (passando a valer, por exemplo, 60.000). Eles
pararam de pagar, perderam a casa de propósito, para comprar outra mais
barata (as que outros clientes não conseguiram quitar). Frequentemente
uma casa melhor e maior. Formou-se um ciclo vicioso.
Estourou-se a bolha imobiliária. Os bancos, que haviam também tomado
dinheiro emprestado, não conseguiam mais pagar, pois agora estavam de
posse de imóveis, não de dinheiro. E imóveis que valiam cada dia menos. O
governo toma o calote dos empréstimos que fizeram, e, para completar,
ainda é chamado a socorrer os bancos privados e investidores de Wall
Street. Eles fizeram besteira, e o contribuinte (cidadão que vota em
políticos e que paga impostos, sustentando o sistema) bancou a conta.
Como convenceram os políticos a pagar essa conta injusta? Hora, os
políticos têm suas campanhas políticas financiadas por essas empresas!
Presidente, Senadores e Deputados, quase todos com contribuições
milionárias dessas empresas em suas eleições. Um jogo de cartas
marcadas, chamado de lobbie.
Criar renda a partir do nada: esse modelo é, também, o que apresenta os maiores riscos.
Referências Bibliográfica:
Planeta: reflexões e atualidades
A crise do crédito
sábado, 2 de novembro de 2013
O único desenvolvimento possível
Foi a partir da revolução científica, industrial e francesa que se instituiu o progresso como único
meio de proporcionar à humanidade bem-estar e
felicidade, com ganho monetário e consumo material. Para alcançar tal objetivo, invento-se “dominar” a natureza a qualquer custo, explorando indiscriminadamente os seus recursos. Mas, em certo momento do século
XX, começaram a surgir indícios de que esse modelo
de desenvolvimento seria insustentável no longo prazo. 
Quando o homem viajou ao espaço e a primeira foto
da Terra vista lá do alto foi divu1gada, a beleza da imagem fez muitos se conscientizarem de que era necessário respeitar o frágil ecossistema em que vivemos para
proteger o planeta. “A Terra é azu1”, revelou o astronauta russo Yuri Cagarin. E única, todos sabemos hoje.
Em 1972, o Clube de Roma, formado por importantes
nomes de diversas áreas do conhecimento para debater política, economia internacional e, sobretudo, meio
ambiente, publicou estudo elaborado por uma equipe do
Massachusetts Institute of Technology (MIT). Intitulado
Os Limites do Crescimento, o documento previa que, por consequência da industrialização, os recursos do planeta se esgotariam em menos de 100 anos, caso os países
continuassem a explorá-los de maneira descontrolada. O
estudo foi um dos primeiros alertas sobre os perigos de
fazer da natureza refém dos caprichos humanos e teve
enorme impacto político.
No mesmo ano, foi realizada em Estocolmo, na Suécia, a Primeira Conferência das Nações Unidas sobre o
Meio Ambiente e Desenvolvimento. O evento resultou
em uma declaração final contendo 19 princípios que
estabeleciam as bases para uma nova agenda ambiental. Em um dos trechos, reconhecia: "Chegamos a um
ponto na história em que devemos moldar nossas ações
com maior atenção para as consequências ambientais.
Através da ignorância ou da indiferença podemos causar
danos irreversíveis ao meio ambiente, do qual nossa vida
e bem-estar dependem".
Quinze anos depois, em 1987, a Comissão Mundial
sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, sob comando
da médica norueguesa Gro Harlem Brundtland, publicou o relatório Nosso Futuro Comum, e foi nesse relatório
que se definiu o conceito de Desenvolvimento Sustentável: “Um desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das gerações futuras”.
A ideia não é, nem nunca foi, abdicar do progresso, fundamental para manter o mundo girando, mas encontrar um modelo de desenvolvimento que não esgote os
recursos naturais, combinando crescimento econômico
e conservação ambiental.
Em mais uma tentativa de mobilizar os países nessa
direção, a ONU divulgou recentemente um rascunho com
sugestões de dez metas que todos os países deveriam
alcançar para garantir o desenvolvimento sustentável:

l) Erradicar a pobreza extrema e a fome;
2) Alcançar o desenvolvimento global dentro dos limites planetários;
3) Garantir aprendizado efetivo a crianças e jovens;
4) Alcançar a igualdade de gêneros, inclusão social e
direitos humanos;
5) Alcançar saúde e bem-estar para todas as idades;
6) Melhorar os sistemas agricolas e aumentar a prosperidade rural;
7) Tornar as cidades mais inclusivas, produtivas e
resilíentes;
8) Controlar as mudanças climáticas e garantir energia limpa para todos;
9) Proteger os serviços ambientais, a biodiversidade
e a boa gestão dos recursos naturais;
10) Ter uma governança voltada para o desenvolvimento sustentável.
A proposta, ainda bastante superficial, foi elaborada
por um grupo internacional de especialistas de diversas áreas e faz parte dos chamados Objetivos do Desenvolvimento Sustetável (ODS), que entrarão em vigor a
partir de 20l5, com metas e prazos estabelecidos. Isso,
claro, se houver acordo entre os países na longa e difícil
negociação em torno das ODS, que a Assembleia Geral
da ONU começou a analisar em setembro.
Apesar das fortes exigências de que o planeta corre
sério risco de uma crise de escassez de recursos naturais, parece que muitos países, pessoas, empresas ainda
não perceberam que o desenvolvimento sustentável é o único possível para a sobrevivência de todos.
por Marcos Guinoza, Revista Meio Ambiente, junho)2013.
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