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segunda-feira, 30 de março de 2020

Conceitos Iniciais - 9ª ano - Ensino Fundamental (1ª Aula)


CONCEITOS

O atual mapa do mundo representa um momento da Geopolítica internacional, resultado das complexas relações históricas entre Território, Estado e Nação. O mapa não é algo imutável, pois a qualquer momento pode surgir novos países e outros podem ser extintos ou reorganizados.
Muitos povos vivem em constantes conflitos para obter autonomia política sobre um território, ou seja, lutam contra o domínio ou a invasão do território por outros países.

Estado

O Estado é a forma como a sociedade se organiza politicamente; é o ordenamento jurídico que regula a convivência dos habitantes de um país. Fazem parte do Estado as instituições políticas e administrativas, encarregadas de produzir as leis (poder legislativo), colocá-las em prática (poder executivo) e empreender a justiça (poder judiciário). O Estado também conta com as forças armadas, que são responsáveis pela defesa do território e pela ordem interna.

Um exemplo, a paralisação de PM’s do Ceará, onde ocorre a greve e está é considerada ilegal conforme decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) para policiais militares e agentes penitenciários, isto desde 2017.

O Estado para ser reconhecido e respeitado entre os demais, busca sua soberania, ou seja, ter plenos poderes para instruir e administrar as normas e leis que a sociedade deverá seguir em seu território.
O Estado Soberano é aquele que não tem de reconhecer nenhum poder superior a ele. Uma nação pode constituir um Estado Soberano, ou seja, Estado-nação. Ex.: Reino Unido (Inglesa, galesa, escocesa e norte-irlandesa) ou o Brasil.

Nação
O termo nação pode ser definido como um coletivo humano com características comuns, como a língua e a religião. Os membros dessa coletividade estão ligados por laços históricos étnicos e culturais.
Ex.:
- Nações com um Estado constituído: Alemanha, Japão ou Portugal.
- Nações que almejam formar Estados, mais ainda não são: Tibetanos na China; curdos, espalhados entre a Turquia, O Irã, o Iraque, o Azerbaijão, a Síria e a Armênia.

Território
O Território de um país é a base física sobre a qual o Estado exerce sua soberania. O território é delimitado por fronteiras políticas, que podem ser naturais ou artificiais, traçadas sem se considerar esses elementos naturais.
O Território de um país é formado pelo solo continental e insular, o subsolo, o espaço aéreo e o território marítimo.
Insular -> um país insular é um estado independente cujo território é composto de uma ilha ou grupo de ilhas, não tendo nem uma fronteira terrestre.
Brasil -> O território marítimo do Brasil é de 3,6 milhões de Km2.

País
O País é um território politicamente delimitado por fronteiras com unidades político-administrativas, em geral habitadas por uma comunidade com história própria. Todo país tem um Estado constituído, que exerce soberania perante outros países, e uma constituição.

Conflitos Mundiais
A história da humanidade registra inúmeros conflitos. Motivações econômicas, desigualdade sociais, intolerância étnica e religiosa destacam-se entre suas causas.
As consequências?
Morte, destruição e um enorme contingente de pessoas obrigadas a abandonar seus lares em busca de uma chance de sobrevivência.

Refugiados -> De acordo com a Convenção de Refugiados de 1951, refugiado é uma pessoa que, “temendo ser perseguido por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas, se encontra fora do país de sua nacionalidade e que não pode ou, em virtude desse temor, não quer valer-se da proteção desse país.”
Deslocamentos internos -> Podem fugir pelos mesmos motivos dos refugiados (conflito armado, violência, violações de direitos humanos), porém não atravessam uma fronteira internacional.
Requerente de asilo -> Alguém que afirma ser refugiado, mas seu pedido não foi avaliado por definitivo.

domingo, 17 de abril de 2016

Desenvolvimento

                Seca severa atinge as áreas urbanas é uma questão ecológica e política, a reposição de águas dos reservatórios dependem de fatores naturais e consequentemente de planejamento governamental sobre o uso desse recurso. Temas bem recorrentes nas provas de Enem e vestibular, documentário bem interessante para exemplificar o desenvolvimento estrutural de uma cidade.




quarta-feira, 1 de abril de 2015

Globalização

Um tomate é plantado, colhido, transportado e vendido num supermercado, mas apodrece e acaba no lixo. Acaba? Não. ILHA DAS FLORES segue-o até seu verdadeiro final, entre animais, lixo, mulheres e crianças. E então fica clara a diferença que existe entre tomates, porcos e seres humanos.


domingo, 16 de junho de 2013

Origem do Dinheiro




A história da civilização nos conta que o homem primitivo procurava defender-se do frio e da fome, abrigando-se em cavernas e alimentando-se de frutos silvestres, ou do que conseguia obter da caça e da pesca. Ao longo dos séculos, com o desenvolvimento da inteligência, passou a espécie humana a sentir a necessidade de maior conforto e a reparar no seu semelhante. Assim, como decorrência das necessidades individuais, surgiram as trocas.
Esse sistema de troca direta, que durou por vários séculos, deu origem ao surgimento de vocábulos como "salário", o pagamento feito através de certa quantidade de sal; "pecúnia", do latim "pecus", que significa rebanho (gado) ou "peculium", relativo ao gado miúdo (ovelha ou cabrito).
As primeiras moedas, tal como conhecemos hoje, peças representando valores, geralmente em metal, surgiram na Lídia (atual Turquia), no século VII A. C.. As características que se desejava ressaltar eram transportadas para as peças através da pancada de um objeto pesado (martelo), em primitivos cunhos. Foi o surgimento da cunhagem a martelo, onde os signos monetários eram valorizados também pela nobreza dos metais empregados, como o ouro e a prata.
Embora a evolução dos tempos tenha levado à substituição do ouro e da prata por metais menos raros ou suas ligas, preservou-se, com o passar dos séculos, a associação dos atributos de beleza e expressão cultural ao valor monetário das moedas, que quase sempre, na atualidade, apresentam figuras representativas da história, da cultura, das riquezas e do poder das sociedades.
A necessidade de guardar as moedas em segurança deu surgimento aos bancos. Os negociantes de ouro e prata, por terem cofres e guardas a seu serviço, passaram a aceitar a responsabilidade de cuidar do dinheiro de seus clientes e a dar recibos escritos das quantias guardadas. Esses recibos (então conhecidos como "goldsmith´s notes") passaram, com o tempo, a servir como meio de pagamento por seus possuidores, por serem mais seguros de portar do que o dinheiro vivo. Assim surgiram as primeiras cédulas de "papel moeda", ou cédulas de banco, ao mesmo tempo em que a guarda dos valores em espécie dava origem a instituições bancárias.
Os primeiros bancos reconhecidos oficialmente surgiram, respectivamente, na Suécia, em 1656; na Inglaterra, em 1694; na França, em 1700 e no Brasil, em 1808 e a palavra "bank" veio da italiana "banco", peça de madeira que os comerciantes de valores oriundos da Itália e estabelecidos em Londres usavam para operar seus negócios no mercado público londrino.
Fonte: Livro "Casa da Moeda do Brasil: 290 anos de História, 1694/1984".

(Texto do Site da Casa da Moeda: Origem do Dinheiro http://www.casadamoeda.gov.br/portalCMB/menu/cmb/sobreCMB/origem-dinheiro.jsp?sbMuseu=active acessado em 16/06/2013.)

Reformas monetárias

Parece um complicado quebra-cabeça. Ou um truque de mágica, no qual zeros e nomes como mil-réis, cruzeiro, cruzado, cruzeiro real e até URV surgem, desaparecem ou mudam de lugar num piscar de olhos. Mas essa é a história do sistema monetário brasileiro, pelo menos até 1994, quando foi lançado o real. Muitas vezes, como no caso do cruzeiro novo, em 1989, nem dava tempo de imprimir novas cédulas; o carimbo era o recurso utilizado para informar o novo valor do dinheiro.

Até outubro de 1942 - Mil-Réis ($000)


1942 - Cruzeiro (Cr$)


1965 - Cruzeiro Novo (NCr$)


1970 - Cruzeiro (Cr$)


1986 - Cruzado (Cz$)


1989 - Cruzado Novo (NCz$)


1990 - Cruzeiro (Cr$)


1993 - Cruzeiro Real (CR$)


1994 - Real (R$)

Criado em 1994, o real foi primeiro URV (unidade real de valor), um indexador determinado diariamente pelo governo. Na época de seu lançamento, cada real equivalia a 1 URV, ou 2.750 cruzeiros reais
 Instigue os jovens a falar das razões de tantas mudanças no nosso dinheiro. Ajude-os a perceber que todas estão relacionadas às alterações políticas e econômicas vividas em cada período. Revele que essas variações nos nomes e padrões gráficos não são expedientes comuns. No mundo inteiro, por sinal, são poucas as nações nas quais esse tipo de fenômeno foi tão intenso quanto no Brasil. Por isso, é notório o nível de adaptação do nosso sistema bancário a tamanhas flutuações. 

 (http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/investigue-estudantes-valor-historico-nosso-dinheiro-425443.shtml acessado em 16/06/2013)