domingo, 11 de agosto de 2013

Curva de Nível

Imagine uma montanha de 800 metros vista de cima. Seu formato é irregular, logo se traçarmos uma linha contornando-a a 700 metros o desenho do contorno (uma curva) será diferente, e menor, daquele que fizermos contornando-a a 100 metros, mais próximo da base. Esse desenho do contorno a uma dada altitude, que deve ser a mesma em todos os pontos da linha, é a chamada curva de nível e serve para representar o relevo de algum local nas plantas topográficas.
Geralmente, em uma planta topográfica, usa-se como referência a altura média do mar para se traçar as curvas de nível chamadas de “mestras” que são representadas por traços mais grossos. Podemos usar também, as linhas chamadas de auxiliares ou intermediárias para facilitar a leitura da planta topográfica. Todas as curvas possuem também, a altura em que se situam.
As curvas de nível são sempre paralelas entre si. Uma linha mestra jamais se cruzará com uma linha intermediária, por exemplo, mesmo que elas às vezes, cheguem bastante perto disso, e elas sempre se fecham sobre si mesmas (como um “O”, mas, na maioria das vezes, irregular). O que pode acontecer é de no papel, por causa de um efeito visual, as linhas se cruzarem, mas, na verdade, elas nunca se cruzam, uma vez que na realidade uma está embaixo da outra visto que cada curva de nível representa uma altitude. Nestes casos, costuma-se representar a linha, ou curva, debaixo com um tracejado.
Pela proximidade das linhas pode-se verificar se o terreno tem um declive muito acentuado ou não. Se as linhas estiverem muito próximas entre si, significa que o declive é bastante acentuado (um pico, por exemplo), já se elas estiverem muito distantes entre si, significa que o declive é suave (uma planície com pequenas elevações, por exemplo).
Mas, as curvas de nível não servem apenas para representar montanhas ou elevações no terreno. Se em uma planta topográfica com curvas de nível os valores da altitude referentes às curvas centrais forem menores do que os valores de altitude das curvas externas, significa que ali está representada uma depressão.
Quando se vai fazer uma planta topográfica com curvas de nível, costuma-se primeiro, antes de desenhar as curvas, fazer o traçado da rede de drenagem do terreno com o fim de facilitar o desenho das curvas. Afinal, é a rede de drenagem (rios, ribeirões, riachos, cachoeiras…) que determina, de forma geral, a topografia do terreno.
Outro conceito associado às curvas de nível (mas que não deve ser confundido) é o “plantio em curvas de nível”. Trata-se de uma técnica para plantio em terrenos acidentados que segue o traçado das curvas.
Lembrando que a legislação ambiental brasileira proíbe o desmate e plantio em terrenos com declividade maior que 45° por se tratar de Áreas de Preservação Permanente (APP) devido a alta tendência a erosão, o plantio em curvas de nível é uma técnica quer visa diminuir a velocidade da enxurrada (arraste) e aumentar a infiltração da água no solo para, com isso, evitar que aconteçam erosões.

Fonte:
IBGE

Grabens

Graben ou fossa tectônica é a designação dada em geologia estrutural a uma depressão de origem tectônica, geralmente com a forma de um vale alongado com fundo plano, formada quando um bloco de território fica afundado em relação ao território circundante em resultado dos movimentos combinados de falhas geológicas paralelas ou quase paralelas.
A formação de um graben resulta do afundamento relativo de um bloco, formando uma estrutura que se distingue dos vales de origem erosiva pela presença de escarpas de falha em ambos os lados da zona deprimida. Dada a sua origem tectônica, os graben estão frequentemente associados a estruturas complexas onde se alternam as zonas deprimidas (os graben) e as zonas levantadas (os horst), em faixas com relativo paralelismo. Os grabens são estruturas que compõem grande parte das bacias sedimentares do mundo.
A palavra "graben" é de origem alemã, língua em que significa escavação ou vala.
Em contextos geotectônico alargados (isto é em estruturas com centenas ou milhares de quilômetros de extensão) os graben são por vezes designados por vales de rift (ou, aportuguesado, de rifte).
Outra estrutura tectônica relacionada ao Graben é o Hemi-graben, constituído por apenas uma falha geológica (ao invés de duas), basculando um bloco e também gerando uma depressão inclinada.


Link (Animação)
Graben

terça-feira, 23 de julho de 2013

Empresa Pública (ou estatal)

Que pertence ao Estado e não ao setor privado (empresa privada).


         

                    
                       

Ásia Central



Parte central da Ásia que se estende do Mar Cáspio à China e corresponde basicamente à parte meridional da antiga União Soviética.













Esse subcontinente é constituído por cinco países: Cazaquistão, Usbequistão, Turcomenistão, Tajiquistão e Usbequistão.
Fonte:
Adas, Melhem. Geografia: O mundo subdesenvolvido. São Paulo: Moderna, 2006; 5ª Edição.
Fonte da Imagens:
www.state.gov acessado em 23/07/2013
www.zonu.com acessado em 23/07/2013

Fair Trade

FT



Entre as décadas de 1960 e 1970, ONG(s) (Organizações Não Governamentais) europeias começaram a importar artesanato de países pobres para comercialização em pontos específicos. A proposta, cujo nome internacional é fair trade (comércio justo), baseia-se em princípios como preço justo, solidariedade, respeito ao meio-ambiente, promoção das mulheres, defesa dos direitos das crianças ente outros.
O comércio justo movimenta hoje na Europa mais de 230 bilhões de dólares por ano e inclui tanto artesanato quanto o comércio de alimentos com o selo fair trade. A proposta visa o desenvolvimento de grupos de pequenos produtores, e o valor obtido com esse comércio retorna a comunidade, que deve usá-lo em benefício de todos.

Todos as organizações envolvidas no circuito do Comércio Justo devem obedecer aos seguintes princípios:

- A preocupação e o respeito pelas pessoas e pelo ambiente, colocando as pessoas acima do comerciante;
- A criação de meios e oportunidades para os produtores melhorarem as suas condições de vida e de trabalho, incluindo o pagamento de um preço justo (um preço que cubra os custos de um rendimento aceitável, da protecção ambiental e da segurança econômica);
- Abertura e transparência quanto à estrutura das organizações e todos os aspectos da sua atividade, e informação mútua, entre todos os intervenientes na cadeia comercial, sobre os seus produtos e métodos de comercialização;
- Envolvimento dos produtores, voluntários e empregados nas tomadas de decisão que os afetam;
- A proteção dos direitos humanos, nomeadamente os das mulheres, das crianças e dos povos indígenas;
- A consciencialização para a situação das mulheres e dos homens, enquanto produtores e comerciantes, e a promoção da igualdade de oportunidades;
- A promoção da sustentabilidade através do estabelecimento de relações comerciais estáveis de longo prazo;
- A educação e a participação em campanhas de sensibilização;
- A produção tão completa quanto possível dos produtos comercializados no país de origem.



Fonte:
 http://pt.wikipedia.org   acessado em 23/07/2013.
Adas, Melhem. Geografia: O mundo subdesenvolvido. São Paulo: Moderna, 2006; 5ª Edição.






domingo, 14 de julho de 2013

Barreiras Comerciais

 
Normas adotadas pelos governos a fim de controlar a troca comercial de mercadorias, que incluem taxas a serem pagas ao país importador: taxas elevadas dificultam a exportação. Na prática, a barreira comercial é um recurso adotado por um país para proteger seus produtores da concorrência estrangeira.


Há duas categorias mais comuns de barreiras:
Barreiras tarifárias: que tratam de tarifas de importações, taxas diversas e valoração aduaneira;
Barreiras não-tarifárias: que tratam de restrições quantitativas, licenciamento de importação, procedimentos alfandegários, Medidas Antidumping, Medidas Compensatórias, Subsídios, Medidas de Salvaguarda e medidas sanitárias e fitossanitárias. Dentre estas últimas encontram-se as barreiras técnicas, que são mecanismos utilizados com fins protecionistas.

Fonte:  
             Adas, Melhem. Geografia: O mundo subdesenvolvido. São Paulo: Moderna, 2006; 5ª Edição.

FMI (Fundo Monetário Internacional)


 


Organização financeira internacional criada para zelar pelo bom funcionamento do capitalismo e levantar fundos(dinheiro) entre os países-membros para auxiliar os países em dificuldades nos pagamentos de dívidas internacionais, com a finalidade de evitar o desequilíbrio da economia e das finanças mundiais ou do próprio capitalismo. 

Fonte: Adas, Melhem. Geografia: O mundo subdesenvolvido. São Paulo: Moderna, 2006; 5ª Edição.