quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Religião na Ásia

Budismo é uma religião e filosofia não-teísta que abrange uma variedade de tradições, crenças e práticas, baseadas nos ensinamentos atribuídos a Siddhartha Gautama, mais conhecido como Buda ("O Iluminado"). Buda viveu e desenvolveu seus ensinamentos no nordeste do subcontinente indiano, entre os séculos VI e IV a.C .
Ele é reconhecido pelos adeptos como um mestre iluminado que compartilhou suas ideias para ajudar os seres sencientes a alcançar o fim do sofrimento, alcançando o Nirvana e escapando do que é visto como um ciclo de sofrimento do renascimento.
Os ensinamentos de Buda Shakyamuni chegaram ao Tibete pela primeira vez no século V. Através dos séculos, os ensinamentos de Buda Shakyamuni foram transmitidos de professor a aluno.

O hinduísmo tem sua origem remontada ao ano de 1500 a . C., a religião hinduísta foi estabelecida pelos invasores arianos da Índia. Os textos védicos antigos descreviam um universo cercado de água.No período dos arianos, ou árias (homens), a explicação de suas divisões sociais era encontrada nos Vedas.O mundo, conforme a concepção desta época, foi formado a partir da organização, por força divina, de um caos preexistente.No sistema religioso hinduísta atual há uma série de ramificações, que geraram crenças e práticas diversas, assim como há muitos deuses e muitas seitas de diversas características.


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domingo, 3 de novembro de 2013

Atmosfera - A Força do Planeta Terra

Neste documentário é mostrado as várias camadas da terra e a dinâmica que ocorre na estratosfera. Como interagem os elementos climáticos e os fatores geográficos e como eles atuam nas diversas partes do mundo. Tudo para mostrar como nossa atmosfera é única e absolutamente crucial para a nossa vida.


Referência Bibliográfica:

Crise de crédito EUA

Em 2008, o mercado imobiliário dos EUA criou uma crise a partir de uma bolha, que arrastou o mundo para buracos, alguns mais fundos que outros.
Explica-se: com a diminuição da taxa de juros da economia norte-americana para 1% (decisão do governo), quem tinha muito dinheiro (banqueiros) parou de investir em títulos do governo (era como se fosse um empréstimo ao governo, que passaria a ser remunerado a meros 1% ao ano).
O sistema financeiro começou a procurar outras formas de ganhar mais dinheiro, e mais rapidamente. Decidiram pegar dinheiro emprestado com o governo (agora eles também pagariam 1% de juros ao ano ao governo) e investir o dinheiro em imóveis. Através de intermediários (corretores de imóveis e fundos imobiliários), os bancos privados encontravam clientes que queriam comprar casas através de empréstimos com pagamentos de juros...

... Imóveis sempre foram investimentos seguros, já que tendem a valorização. Pessoas que compram uma casa por 100.000, pagando juros que no final os façam pagar 300.000 (3x o valor da casa à vista), sabem que o mercado as valoriza. É que no final do pagamento do financiamento a casa normalmente valerá mais que 300.000, o que, para os clientes, faz o empréstimo valer a pena em situações normais.
Nos EUA, porém, o problema foi a venda indiscriminada de casas (através de empréstimos) para pessoas sem comprovação de renda ou de confiabilidade duvidosa de pagamento. O que acontece se você não pagar? Nos EUA o banco toma a casa de volta, para revenda. Como muitas pessoas perderam a capacidade de pagamento, muitas casas passaram, novamente, para a posse dos bancos. Por esse motivo, houve uma oferta superior à demanda de mercado, fazendo o preço das casas caírem.
Quem estava pagando direitinho (300.000 no financiamento) viu o mercado desvalorizar sua casa (passando a valer, por exemplo, 60.000). Eles pararam de pagar, perderam a casa de propósito, para comprar outra mais barata (as que outros clientes não conseguiram quitar). Frequentemente uma casa melhor e maior. Formou-se um ciclo vicioso.
Estourou-se a bolha imobiliária. Os bancos, que haviam também tomado dinheiro emprestado, não conseguiam mais pagar, pois agora estavam de posse de imóveis, não de dinheiro. E imóveis que valiam cada dia menos. O governo toma o calote dos empréstimos que fizeram, e, para completar, ainda é chamado a socorrer os bancos privados e investidores de Wall Street. Eles fizeram besteira, e o contribuinte (cidadão que vota em políticos e que paga impostos, sustentando o sistema) bancou a conta.
Como convenceram os políticos a pagar essa conta injusta? Hora, os políticos têm suas campanhas políticas financiadas por essas empresas! Presidente, Senadores e Deputados, quase todos com contribuições milionárias dessas empresas em suas eleições. Um jogo de cartas marcadas, chamado de lobbie.
Um alerta para as pessoas comuns em todos os países. Somos impelidos a comprar, mesmo sem ter dinheiro. Esse modelo é o que apresenta o maior avanço do capitalismo: criar renda, para poucos, a partir do não-trabalho, do sistema financeiro (bancos e bolsas de valores, um verdadeiro cassino), deixando de lado o sistema produtivo (indústrias e comércio, que precisam de trabalhadores e que pagam salários, distribuindo, bem ou mal, a renda entre todos).
Criar renda a partir do nada: esse modelo é, também, o que apresenta os maiores riscos.










Referências Bibliográfica:
Planeta: reflexões e atualidades 
A crise do crédito 

sábado, 2 de novembro de 2013

O único desenvolvimento possível









Foi a partir da revolução científica, industrial e francesa que se instituiu o progresso como único meio de proporcionar à humanidade bem-estar e felicidade, com ganho monetário e consumo material. Para alcançar tal objetivo, invento-se “dominar” a natureza a qualquer custo, explorando indiscriminadamente os seus recursos. Mas, em certo momento do século XX, começaram a surgir indícios de que esse modelo de desenvolvimento seria insustentável no longo prazo. White Sands Missile Range
Quando o homem viajou ao espaço e a primeira foto da Terra vista lá do alto foi divu1gada, a beleza da imagem fez muitos se conscientizarem de que era necessário respeitar o frágil ecossistema em que vivemos para proteger o planeta. “A Terra é azu1”, revelou o astronauta russo Yuri Cagarin. E única, todos sabemos hoje. 
Em 1972, o Clube de Roma, formado por importantes nomes de diversas áreas do conhecimento para debater política, economia internacional e, sobretudo, meio ambiente, publicou estudo elaborado por uma equipe do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Intitulado Os Limites do Crescimento, o documento previa que, por consequência da industrialização, os recursos do planeta se esgotariam em menos de 100 anos, caso os países continuassem a explorá-los de maneira descontrolada. O estudo foi um dos primeiros alertas sobre os perigos de fazer da natureza refém dos caprichos humanos e teve enorme impacto político. 
No mesmo ano, foi realizada em Estocolmo, na Suécia, a Primeira Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento. O evento resultou em uma declaração final contendo 19 princípios que estabeleciam as bases para uma nova agenda ambiental. Em um dos trechos, reconhecia: "Chegamos a um ponto na história em que devemos moldar nossas ações com maior atenção para as consequências ambientais. Através da ignorância ou da indiferença podemos causar
danos irreversíveis ao meio ambiente, do qual nossa vida e bem-estar dependem".
Quinze anos depois, em 1987, a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, sob comando da médica norueguesa Gro Harlem Brundtland, publicou o relatório Nosso Futuro Comum, e foi nesse relatório que se definiu o conceito de Desenvolvimento Sustentável: “Um desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das gerações futuras”. 
A ideia não é, nem nunca foi, abdicar do progresso, fundamental para manter o mundo girando, mas encontrar um modelo de desenvolvimento que não esgote os recursos naturais, combinando crescimento econômico e conservação ambiental. 
Em mais uma tentativa de mobilizar os países nessa direção, a ONU divulgou recentemente um rascunho com sugestões de dez metas que todos os países deveriam alcançar para garantir o desenvolvimento sustentável:
 
l) Erradicar a pobreza extrema e a fome; 
2) Alcançar o desenvolvimento global dentro dos limites planetários; 
3) Garantir aprendizado efetivo a crianças e jovens;                                                                                
4) Alcançar a igualdade de gêneros, inclusão social e direitos humanos; 
5) Alcançar saúde e bem-estar para todas as idades; 
6) Melhorar os sistemas agricolas e aumentar a prosperidade rural; 
7) Tornar as cidades mais inclusivas, produtivas e resilíentes; 
8) Controlar as mudanças climáticas e garantir energia limpa para todos; 
9) Proteger os serviços ambientais, a biodiversidade e a boa gestão dos recursos naturais; 
10) Ter uma governança voltada para o desenvolvimento sustentável. 
A proposta, ainda bastante superficial, foi elaborada por um grupo internacional de especialistas de diversas áreas e faz parte dos chamados Objetivos do Desenvolvimento Sustetável (ODS), que entrarão em vigor a partir de 20l5, com metas e prazos estabelecidos. Isso, claro, se houver acordo entre os países na longa e difícil negociação em torno das ODS, que a Assembleia Geral da ONU começou a analisar em setembro.
Apesar das fortes exigências de que o planeta corre sério risco de uma crise de escassez de recursos naturais, parece que muitos países, pessoas, empresas ainda não perceberam que o desenvolvimento sustentável é o único possível para a sobrevivência de todos.
 por Marcos Guinoza, Revista Meio Ambiente, junho)2013.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Seminário Integrado

A história das coisas explica como o funcionamento do capitalismo e as Corporações manipulam governos e pessoas para consumirem cada vez mais. O vídeo revela a ideologia por trás do consumismo e a causa das grandes diferenças sociais. Como também faz uma analise do porquê a nossa sociedade produzir tanto lixo e destruir o meio ambiente.




domingo, 27 de outubro de 2013

Tempo e Clima - 1ª parte

Episódio da série "Tempo e Clima", que trata das diversas características do clima terrestre e mostra de que forma a geologia de cada região influência os tipos climáticos. Produção TV Escola.


A História dos Climas 

Foi da junção de duas palavras gregas, Atmós (vapor) e sphaîra (esfera), que nasceu o nome da estrutura de gás que envolve um satélite ou planeta: a atmosfera. Na Terra, essa "esfera de vapores" é composta de diversas camadas e, em sua porção mais densa, chega a até 800 quilômetros de altitude a partir do nível do mar. É uma espessura e tanto, mas quase irrisória se considerarmos o tamanho do globo terrestre, acontece que apesar de tão mais "fininha", a atmosfera é essencial para a vida.

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Atmosfera e Pressão

Há vários critérios pelos quais podemos classificar a atmosfera. A divisão mais conhecida, feita de acordo com as variações de temperatura segundo a altitude, reparte a atmosfera em cinco camadas distintas: troposfera, estratosfera, mesosfera, termosfera e exosfera.

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As Estações 

Vários são os fatores que influenciam no clima, tais como: latitude, altitude, maritimidade, continentalidade, pressão atmosférica e as corrente marítimas, Todos esses fatores ajudam a definir os principais climas do mundo. 

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 Montanhas

 Ocorre nas cadeias de montanhas ao redor do globo: áreas elevadas dos Andes, Montanhas Rochosas, Alpes e Himalaia. É um clima frio, com temperatura que diminui 6º C a cada mil metros de altitude. Acima dos 2 mil metros, há neve constante. A umidade relativa do ar varia conforme o lado da cadeia: a média é de 90% do lado do vento (barlavento) caindo para até 30% do lado contrário (sotavento). A quantidade de precipitação também é variável, chegando a 2 mil milímetros por ano nas regiões tropicais.

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Ventos

Nas áreas próximas à linha do Equador, as altas temperaturas aquecem as massas de ar que se elevam, atingem grandes altitudes e se dispersam para o norte e para o sul, até as proximidades da latitude de 30º. Ao ficarem mais frias e mais densas, iniciam um movimento descendente e se dirigem para o equador, onde o ciclo vai continuar com o aquecimento e a ascenção dos ventos. Os ventos alísios são as massas de ar que se deslocam a baixas altitudes das áreas subtropicais para o equador, no sentido sudeste-noroeste no hemisfério sul, e nordeste-sudoeste no hemisfério norte. O encontro dos ventos alísios de sudeste e de nordeste nas proximidades do equador define a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). As massas mais elevadas que se deslocam da zona equatorial para a faixa subtropical são os ventos contra-alísios.

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Tempo e Clima - 2ª parte

Nestes episódio de "Tempo e Clima", veremos como esses dois conceitos são bastantes distintos. Já que o Tempo se refere a uma situação transitória das condições atmosféricas, que pode se alterar bastante ao longo dos dias e até variar num único dia. O Clima se define por padrões de comportamento observados por um longo período, o que torna mais difícil sua classificação e a comprovação das mudanças climáticas.

Previsão do Tempo


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Luz Solar e Temperaturas

As características térmicas de um clima são determinadas principalmente pela posição latitudinal e pela altitude, ou seja: a localização de uma área em relação à linha do Equador e aos polos, assim como sua situação em relação ao nível do mar, define o grau de insolação a que está sujeita. Considerando o grau de insolação a que está sujeita. Considerando o grau de incidência dos raios solares na superfície terrestre, podemos dividi-la em cinco zonas térmicas ou zonas climáticas: zona intertropical, zonas temperadas norte e sul, e zonas polares norte e sul.
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domingo, 15 de setembro de 2013

Matacão


Também conhecido por seu nome em inglês Boulder, são grandes blocos arredondados, diâmetro maior que 256 mm, produzidos pelo processo de intemperismo químico, conhecido como esfoliação esferoidal ou pelo desgaste de blocos arrastados por correntes fluviais.
Em geral os matacões formados por erosão fluvial são menores dos que os formados pelo intemperismo químico, além de serem encontrados em ambientes de sedimentação, longe de sua área fonte, ao passo que os matacões formados por esfoliação esferoidal são autóctones, tendo sofrido pouco transporte, estando mais sujeito á ação da gravidade e do rastejamento (creeping) do solo onde se formou.
As rochas mais prováveis de originarem matacões bem esféricos são as rochas ígneas (granito, sienito, gabro, basalto, entre outros), por serem isotrópicas em relação ao fraturamento e ao intemperismo. Intemperismo de rochas metamórficas, principalmente gnaisses bem foliados, produzem em geral blocos e seixos achatados ou elípticos.
Em área de afloramento de granitos, em clima tropical, é comum a existência de muitos matacões aparecendo na superfície do terreno, dando origem à paisagem conhecida na literatura geológica como Mar de Boulders ou Campo de Boulders’. Esses blocos de rocha que podem ser subterrâneos ou superficialmente expostos.
O significado da palavra matacão, deriva de matar maiscão.
 
Fonte:
acessado em 15/09/2013.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

12.000 Anos de História - Arqueologia e Pré-História do RS

Versão web completa do documentário "12.000 Anos de História - Arqueologia e Pré-História do RS". O documentário é um dos resultados de um projeto vencedor de um edital da Petrobras e da Sociedade de Arqueologia Brasileira.

"'12.000 Anos de História' retorna no tempo e nos mostra a origem daqueles que foram os primeiros que viveram no Rio Grande do Sul. Através de um extenso trabalho de pesquisa de mais de duas décadas, da professora drª Silvia Moehlecke Copé, nasceu uma exposição que resultou nesta obra documental. A obra resgata as nossas origens e, baseada em pesquisa de diversos profissionais da arqueologia, mostra quem somos e como o nosso estado se desenvolveu. Uma história contada em 40 minutos de forma educativa, clara e moderna. Aceite nosso convite, volte ao passado e descubra as nossas origens".





Megacontinente

A Amerásia - o continente resultante do choque e junção das Américas e da Ásia - vai surgir daqui a 100 milhões de anos. Não é a primeira vez que isso acontece. As massas continentais da Terra estão em constante movimento de aproximação e afastamento, deslocando-se com a mesma velocidade com que crescem nossas unhas. A última convergência denominada Pangéia ocorre há 300 milhões de anos, mas antes houve a Rodinia (1,1 bilhão de anos atrás) e a Nuna (há 1,8 bilhão de anos). Uma simulação montada pelo geólogo Ross Mitchell, com base em dados palemagnéticos obtidos de rochas antigas, prevê que o oceanos Ártico vai se fechar, com a megacontinente ocupando seu lugar.





















Fonte: Revista National Geographic Brasil - setembro, 2013.

domingo, 8 de setembro de 2013

Ecossistema




Unidade natural constituída de parte não viva (água, gases atmosféricos, sai minerais e radiação solar) e de parcela viva (plantas e animais, incluindo os microrganismos) que interagem ou se relacionam entre si, formando um sistema estável. Um ecossistema pode ser tão grande como um oceano ou uma floresta e tão pequeno como um aquário contendo peixes, plantas verdes, fragmentos de rochas, oxigênio etc.
A alimentação em um ecossistema é geralmente garantida pela atividade dos seres denominados produtores, que são organismos vegetais capazes de produzir ou sintetizar compostos orgânicos, e dos consumidores aqueles que consomem esta matéria orgânica. Se não houver produtores, o ecossistema todo perece ou tem de ser alimentado “de fora”. Muitas regiões no fundo de mares e lagos, assim como cavernas profundas, possuem ecossistemas que são alimentados por detritos orgânicos que provêm de outros ecossistemas à superfície, já que a principal forma de produção de alimentos necessita da fotossíntese, a qual depende da presença de luz no ambiente. Outra forma de produção de matéria orgânica, que não depende de luz é a quimiossíntese.  Os ecossistemas quimiossíntese situam-se, em todos os oceanos, onde não há luz (a mais de 2 000 metros de profundidade) e estão associados à saída de águas sulforosas de alta temperatura. Uma fauna muito abundante e variada, constituída de vermes gigantes, moluscos, caranguejos e até de peixes, vive direta ou indiretamente de uma incrível multidão de bactérias que oxidam das águas sulfurosas, daí extraindo a energia com que sintetizam a matéria orgânica.

Fonte:
Adas, Melhem. Geografia: Construção do espaço geográfico brasileiro. São Paulo: Moderna, 2006; 5ª Edição.

Branco, Samuel Murgel. O meio ambiente em debate. São Paulo: Moderna, 1988. Coleção Polêmica